Arquivo de ESCOLA DE COMUNICAÇÃO - Portal Fonte https://portalfonte.com/category/escola/ Escola de Comunicação da Unisuam Mon, 29 Jun 2026 13:57:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://portalfonte.com/wp-content/uploads/2026/04/favicon-coruja-150x150.gif Arquivo de ESCOLA DE COMUNICAÇÃO - Portal Fonte https://portalfonte.com/category/escola/ 32 32 Entenda como uma igreja e um parque preservam a memória da Penha https://portalfonte.com/entenda-como-uma-igreja-e-um-parque-preservam-a-memoria-da-penha/ https://portalfonte.com/entenda-como-uma-igreja-e-um-parque-preservam-a-memoria-da-penha/#respond Thu, 25 Jun 2026 14:44:20 +0000 https://portalfonte.com/?p=1342 Apesar de ser lembrado pela violência ao redor, o bairro da Penha apresenta diversos objetos culturais e históricos que devem ser valorizados;

A Igreja da Penha e o Parque Shanghai são reconhecidos mundialmente e são muito importantes para a preservação da memória do bairro;

A Igreja tinha relação próxima com a família real e recebeu o título de Santuário em 1966 e de Basílica em 2016;

O Parque Shanghai passou por outras duas localidades no Rio antes de chegar na Penha;

Ambos os monumentos tiveram suas imagens afetadas pela criminalidade nas proximidades e se tornaram "mirante do crime";

A memória da Penha é mantida de forma afetiva, pelas histórias que pessoas de diferentes gerações compartilham entre si.

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Igreja da Penha e Parque Shanghai enquanto pontos turísticos da Zona Norte do Rio de Janeiro

Por Angelica da Cunha e Yasmin Marques — Rio de Janeiro

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  • Apesar de ser lembrado pela violência ao redor, o bairro da Penha apresenta diversos objetos culturais e históricos que devem ser valorizados;
  • A Igreja da Penha e o Parque Shanghai são reconhecidos mundialmente e são muito importantes para a preservação da memória do bairro;
  • A Igreja tinha relação próxima com a família real e recebeu o título de Santuário em 1966 e de Basílica em 2016;
  • O Parque Shanghai passou por outras duas localidades no Rio antes de chegar na Penha;
  • Ambos os monumentos tiveram suas imagens afetadas pela criminalidade nas proximidades e se tornaram “mirante do crime”;
  • A memória da Penha é mantida de forma afetiva, pelas histórias que pessoas de diferentes gerações compartilham entre si.

Quando Cartola e Assobert falavam sobre ir à Penha, nos anos 60, a celebração religiosa era a mais importante da cidade do Rio de Janeiro. Décadas depois, embora a forma de se viver tenha mudado, a Igreja da Penha e o Parque Shanghai se mantêm presentes no dia a dia e na memória afetiva dos moradores da Penha e da Zona Norte do Rio de Janeiro. 

O que une esses dois elementos é a história e a memória da população de um bairro que costuma ser representado exclusivamente com violência. A Penha é complexa e seus dois principais pontos turísticos carregam um enredo que poucos bairros da cidade do Rio têm. Para entender como esses espaços continuam presentes no cotidiano da região, é preciso voltar à história de cada um deles.

História do nome “Penha”

O bairro da Penha, cujo nome está diretamente ligado à Igreja da Penha, passou a ser um representante do que hoje compreende-se como subúrbio carioca. Segundo o que é chamado de fato-lenda, o capitão português Balthazar de Abreu Cardoso, ao subir o monte rochoso em 1653, se deparou com uma cobra, e rogou à Nossa Senhora. Imediatamente um lagarto lutou contra a serpente e salvou sua vida. Em agradecimento, Baltazar mandou construir uma ermida no alto do penhasco, que passou a atrair cada vez mais devotos. As notícias do milagre se espalharam e a santa passou a ser associada ao local. E com o tempo, a devoção à Nossa Senhora da Penha de França — título que vem de uma serra na região de Salamanca, na Espanha — se consolidou e acabou dando o nome tanto à igreja quanto ao bairro que cresceu ao redor.

Dentro da capela principal e na extensão do pátio, como se chama o espaço de transição entre o primeiro bondinho e a capela, estão presentes a cobra e o lagarto próximos à Nossa Senhora, o que legitima o fato-lenda.

Estátua com a imagem de Nossa Senhora da Penha presente na Igreja da Penha, acompanhada do menino Jesus, o capitão Balthazar de Abreu Cardoso, o lagarto e a cobra — Foto: Jonas de Carvalho from Rio de Janeiro, Brasil, CC BY-SA 2.0 https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0, via Wikimedia Commons

História da Igreja da Penha

A relevância da Igreja da Penha desde sua fundação ocasionou encontros importantes. A Irmandade tinha uma relação próxima com a família real e a Princesa Isabel chegou a visitar a Igreja em 1888, conforme registrado no livro de visitantes que faz parte do acervo em exposição no Museu da Irmandade.

O título de Santuário veio em 1966, mas o processo se iniciou já em 1905; o que confere à igreja certo status dentro da estrutura clerical, sendo um ponto de adoração para os fiéis em peregrinação no Brasil e no mundo. A igreja, porém, já era considerada Santuário antes mesmo do Vaticano conceder seu nome. Em 2016, a Igreja se tornou Basílica Menor de uma Basílica Maior em Roma, devido ao seu valor arquitetônico e histórico, além de espiritual.

Fontes: Artigos acadêmicos — Arte: Yasmin Marques

Por se tratar de uma zona constantemente retratada como perigosa, o Santuário também foi prejudicado por essa perspectiva. De acordo com a museóloga da igreja, Jussara Cestari, a imagem da Igreja da Penha era sempre colocada em reportagens de crimes nas redondezas, mesmo que eles não acontecessem na Igreja ou sequer perto dela. O que resultou na necessidade de solicitar que os veículos jornalísticos não utilizassem mais a imagem do Santuário nesse contexto.

História da Festa da Penha

A Festa da Penha, celebração religiosa mais antiga da cidade, é uma tradição inventada dentro da categoria de coesão social, ou seja, não é feita de forma rígida que só promova a religiosidade. A festa tem essa característica social, vide os grupos atuais que tocam e se apresentam nas festas mais recentes. Quando analisamos a história, o samba carioca está essencialmente ligado à festa da Penha, considerada por muitos o berço dele. O evento já recebeu sambistas como Donga, Pixinguinha, Sinhô, Heitor dos Prazeres e Caninha, que lançaram seus sucessos e “hits” de carnaval na festa, antes da era do rádio. O lugar também já foi um “centro obrigatório de lançamento de música para o carnaval”.

A linha do tempo em relação a aceitação da festa não é linear. Em 1816, Dom João VI tornou a Festa da Penha oficial por meio de um decreto; mais uma vez mostrando a relevância da igreja e conexão com a família real. Já em 1889, após a Proclamação da República, a festa passou a ser considerada uma manifestação promíscua. Grande parte do preconceito com a festa se dava pela maior adesão à celebração por parte da população negra.

História do Parque Shanghai

O Parque Shanghai é considerado o mais antigo em operação no Brasil, fundado no Estado de São Paulo em 1919 como parque itinerante. Ele está localizado, desde 1966, no bairro da Penha — aos pés do morro que abriga a Basílica de Nossa Senhora da Penha. Antes de se estabelecer no bairro, o parque passou por duas outras localidades na cidade do Rio: o antigo Aterro do Calabouço, quando ganhou um lugar fixo no RJ em 1934; e a Quinta da Boa Vista, quando a construção do Aeroporto Santos Dumont tomou o espaço na década de 1940.

Atualmente, o parque reúne 28 atrações e recebe, segundo Bernardo Waller, sócio do Parque Shanghai, cerca de 4 mil visitantes por mês. Contudo, por situar-se entre o Complexo do Alemão e o Complexo da Penha, dois dos maiores complexos de favelas da cidade, a falta de segurança e a criminalidade no entorno do Parque passaram a prejudicá-lo com o passar dos anos.

Fonte: Parque Shanghai — Arte: Angelica da Cunha

Conflito entre os dados do Parque

Em um trecho da edição de 5 de maio deste ano do telejornal Bom Dia Rio, a jornalista Lilian Ribeiro disse que o parque recebe, atualmente, até 6 mil visitantes por semana. Entretanto, na matéria do O Globo de mesma data, a informação é de que cerca de 4 mil pessoas visitam o parque mensalmente.

Enquanto esta matéria era escrita para o Portal Fonte, a notícia do Bom dia Rio foi tirada do ar, o que leva a entender que o dado poderia estar errado; enquanto o O Globo e demais veículos que divulgaram o outro dado permanecem com suas matérias disponíveis. Essa divergência surge por parte do próprio parque que confirma, em seu site oficial, o primeiro dado. Por outro lado, o sócio Bernardo Waller, em entrevista para o O Globo, confirma o dado de 4 mil visitantes por mês.

A funcionária do Parque Shanghai Taís Guimarães, que nos concedeu uma entrevista este mês, reiterou a quantidade de 4 a 5 mil frequentadores em meses considerados comuns. Em época de férias escolares e no mês das crianças, esse número pode chegar a 7 mil pessoas por mês.

A imagem mostra um dos brinquedos mais famosos do Parque Shanghai, chamado Enterprise. Em em formato de círculo, ele é colorido e contém diversas cadeiras em seu entorno, que flutuam no ar enquanto o brinquedo gira. A imagem representa bem os monumentos culturais da Penha, pois dele dá pra ver também a Igreja da Penha.
O brinquedo ‘Enterprise’ no Parque Shanghai, com a Igreja da Penha ao fundo — Foto: Angelica da Cunha

Diferença entre patrimônio e tombamento

O Parque Shanghai foi considerado patrimônio imaterial no dia 4 de maio deste ano, como afirma o documento do Diário Oficial do Rio de Janeiro. O tombamento da Igreja da Penha aconteceu em 1990 pelo IRPH (Instituto Rio Patrimônio da Humanidade). Mas qual é a diferença, na prática, entre ser tombado e ser considerado patrimônio imaterial?

O processo de tombamento de uma construção traz uma ideia de herança que com o tempo passou a configurar-se enquanto bem coletivo. Ou seja, a Igreja da Penha, assim como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, é tão importante para a história do Estado que precisa ser, coletivamente, reconhecida e prestigiada.

Já os patrimônios são formas de culturas e possuem uma relação intrínseca com o tempo na sua representação e maneira escolhida pelas sociedades para registrar e contar sua história. Ou seja, o Parque Shanghai, assim como o Bloco de Carnaval Cacique de Ramos, faz parte da identidade cultural carioca.

Fachada da Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França — Foto: Angelica da Cunha

Memória e valorização da Igreja e do Parque

Atualmente, o Parque Shanghai recebe visitantes de todas as idades. Segundo Taís, a memória do parque é preservada de forma afetiva: ela, seus pais e seus avós têm lembranças parecidas, que transcendem o espaço-tempo. Nos brinquedos, os mais novos se divertem com os mais velhos de forma a compartilhar um sentimento em comum por um parque que já foi e outro que ainda é. Hoje, Taís trabalha no parque e relata casos como esses diariamente nas histórias dos visitantes. O ponto turístico, entretanto, não está presente somente no imaginário dos que o aproveitaram na infância. Com mais de um século de existência, ele continua sendo ponto de encontro para pessoas que constroem novas memórias.

Em 2020, os eventos religiosos e culturais na Igreja da Penha foram suspensos devido à pandemia, mas a igreja demonstrou grande importância em sua função social. A instituição promoveu a arrecadação de alimentos para as comunidades que a cercam. Além disso, ela foi um ponto de vacinação contra a Covid-19 em 2021. A relevância social se estende até os dias atuais, visto que são comuns os eventos para a comunidade que dão acesso a dentistas, advogados, educadores físicos e atividades coletivas no pátio da igreja.

O trecho “Hoje é domingo e eu preciso ir à Penha” da música de Cartola retrata uma época em que o bairro era um dos protagonistas no lazer da cidade. Hoje, ainda que esse posto tenha sido perdido, a Penha se consolidou como anfitriã de dois espaços que, através do tempo, mantêm seu protagonismo.

Vídeo: Angelica da Cunha

Já conhecia esses grandes monumentos cariocas? Deixe nos comentários quais são as suas memórias favoritas na Igreja da Penha e no Parque Shanghai.

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Workalove: Conheça a plataforma que conecta estudantes universitários ao mercado de trabalho https://portalfonte.com/workalove-conheca-a-plataforma-que-conecta-estudantes-universitarios-ao-mercado-de-trabalho/ https://portalfonte.com/workalove-conheca-a-plataforma-que-conecta-estudantes-universitarios-ao-mercado-de-trabalho/#respond Wed, 24 Jun 2026 14:19:15 +0000 https://portalfonte.com/?p=2318 A plataforma tem como principal função conectar os alunos com as empresas parceiras,inserindo-os em oportunidades de emprego, estágios e trainee. Por Bernadelly Silva – Estudante de Jornalismo Ingressar no mercado de trabalho é um dos principais desafios enfrentados pelos estudantes durante a graduação. Com o objetivo de aproximar os alunos das oportunidades profissionais e contribuir […]

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A plataforma tem como principal função conectar os alunos com as empresas parceiras,
inserindo-os em oportunidades de emprego, estágios e trainee.

Por Bernadelly Silva – Estudante de Jornalismo

Ingressar no mercado de trabalho é um dos principais desafios enfrentados pelos estudantes durante a graduação. Com o objetivo de aproximar os alunos das oportunidades profissionais e contribuir para o desenvolvimento de suas carreiras, o UNISUAM Carreiras atua como uma ponte entre a formação acadêmica e o ambiente corporativo. Por meio de parcerias com diversas empresas, a plataforma oferece acesso a vagas de estágio, trainee e emprego, além de disponibilizar conteúdos e orientações que auxiliam na construção da trajetória profissional dos estudantes.

Para muitos estudantes, o UNISUAM Carreiras representa uma ferramenta importante na preparação para o mercado de trabalho. Mateus Abreu, aluno do sexto período de jornalismo destaca que além de oferecer oportunidades de estágios internos na própria instituição, a plataforma disponibiliza recursos que auxiliam na construção da trajetória profissional dos alunos.

Segundo ele, o portal permite a criação de currículo e portfólio, além da inclusão de experiências acadêmicas e profissionais, facilitando o acesso a vagas de emprego e estágio. “Para nós, que estamos perto de concluir a graduação, é sempre importante contar também com os estágios internos da UNISUAM no currículo, principalmente quando ainda não conseguimos uma oportunidade de estágio externo”, afirma.

O estudante também ressalta a praticidade do sistema. Após o cadastro e a atualização das
informações profissionais, basta se inscrever nas vagas de interesse. O acompanhamento dos processos seletivos é realizado de forma simples, com notificações enviadas por e-mail sobre novas oportunidades e atualizações das seleções em andamento. Dessa forma, a plataforma contribui para aproximar os alunos do mercado de trabalho e ampliar suas possibilidades de inserção profissional.

A iniciativa reforça a importância de preparar os estudantes não apenas para a conclusão da graduação, mas também para os desafios da vida profissional. Ao reunir oportunidades de estágio, emprego e conteúdos voltados ao desenvolvimento de carreira, o UNISUAM Carreiras se consolida como um importante aliado na promoção da empregabilidade e na formação de profissionais mais preparados para o futuro.

Imagem destaque: Bernadelly Silva

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Com auditório lotado, Dantas Jr. compartilha segredos da fotografia com alunos de comunicação https://portalfonte.com/com-auditorio-lotado-dantas-jr-compartilha-segredos-da-fotografia-com-alunos-de-comunicacao/ https://portalfonte.com/com-auditorio-lotado-dantas-jr-compartilha-segredos-da-fotografia-com-alunos-de-comunicacao/#respond Wed, 03 Jun 2026 17:21:41 +0000 https://portalfonte.com/?p=1264 A primeira segunda-feira de junho se tornou uma noite inesquecível para os estudantes da Escola de Comunicação da UNISUAM em Bonsucesso. Por Walber de Jesus – Estudante de Jornalismo A convite da professora Luciana Roxo, a primeira aula aberta do mês trouxe o renomado fotógrafo Dantas Jr. para discutir fotografia e mercado de trabalho, proporcionando […]

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A primeira segunda-feira de junho se tornou uma noite inesquecível para os estudantes da Escola de Comunicação da UNISUAM em Bonsucesso.

Por Walber de Jesus – Estudante de Jornalismo

A convite da professora Luciana Roxo, a primeira aula aberta do mês trouxe o renomado fotógrafo Dantas Jr. para discutir fotografia e mercado de trabalho, proporcionando uma experiência de grande valor para a formação acadêmica dos presentes. Alunos dos cursos de Jornalismo, Publicidade, Design Gráfico e Marketing esgotaram a capacidade do auditório que contou também com a presença dos professores Adalberto de Paiva, Nathália Rocha e Maria João Palma.

Durante a palestra, Dantas compartilhou seu portfólio criativo, com destaque para seus trabalhos em casamentos e shows ao vivo. Mais do que imagens, o fotógrafo ofereceu dicas cruciais para iniciantes e aspirantes que buscam transformar o hobby em profissão. Ele reforçou que a qualificação e o aprimoramento profissional devem caminhar junto com um repertório cultural diversificado. Segundo Dantas, explorar filmes, livros, músicas e artes variadas é essencial para “conseguir aproveitar melhor o lado criativo” na fotografia.

Dantas compartilhou seu portfólio, destacando seus trabalhos em casamentos e shows ao vivo. / Foto: Walber de Jesus

O ponto alto do encontro foi a rodada de perguntas e respostas, onde os estudantes participaram ativamente, sanando suas dúvidas sobre como iniciar na área fotográfica e os desafios do mercado. Com grande didatismo, Dantas sublinhou a importância de “aprender a técnica para esquecer a técnica”. Ele enfatizou que o diferencial de um bom fotógrafo não reside apenas no equipamento mais caro ou apenas no domínio técnico, mas na busca constante por aprimoramento e por um olhar único diante da concorrência.

Para o palestrante, a arte na fotografia é subjetiva e pessoal, lembrando que o lado artístico jamais deve ser esquecido: “a foto que para um pode ser borrada, para o outro pode ser vista como arte”.

Foto destaque: Walber de Jesus

Leia também: Rio2C 2026 termina com recorde de público e consolida o Rio como capital da criatividade da América Latina

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Aula aberta com o publicitário Fábio Soares promove imersão em direção criativa e Inteligência Artificial https://portalfonte.com/aula-aberta-com-o-publicitario-fabio-soares-promove-imersao-em-direcao-criativa-e-inteligencia-artificial/ https://portalfonte.com/aula-aberta-com-o-publicitario-fabio-soares-promove-imersao-em-direcao-criativa-e-inteligencia-artificial/#respond Thu, 07 May 2026 17:13:01 +0000 https://portalfonte.com/?p=999 Por Gabriele Mendes – Estudante de Jornalismo Na última segunda-feira (04), o Núcleo de Comunicação (NHD) da UNISUAM recebeu o publicitário Fábio Soares para uma aula aberta que mergulhou no universo da direção criativa na era da Inteligência Artificial (IA). Ex-aluno da casa e fundador da Fs Art Studio, Fábio é formado em Publicidade pela […]

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Por Gabriele Mendes – Estudante de Jornalismo

Na última segunda-feira (04), o Núcleo de Comunicação (NHD) da UNISUAM recebeu o publicitário Fábio Soares para uma aula aberta que mergulhou no universo da direção criativa na era da Inteligência Artificial (IA). Ex-aluno da casa e fundador da Fs Art Studio, Fábio é formado em Publicidade pela UNISUAM e compartilhou suas experiências no domínio de comandos em plataformas como Adobe e Gemini.

A sua técnica e repertório incluem uma das principais dicas compartilhadas por Fábio, que foca na qualidade dos comandos: “Quanto mais especificações técnicas, melhor o resultado”, afirmou. Ele destacou que, embora a IA responda de forma mais assertiva em inglês, o diferencial está no repertório do profissional. Quem possui bagagem cultural e técnica escreve prompts melhores e consegue refinar roteiros com precisão.

Para a criação de vídeos, o publicitário explicou que a referência visual é uma grande aliada. Ferramentas como Gemini não geram vídeos diretamente, é necessário um prompt para cada take. Uma técnica valiosa ensinada foi salvar sempre o último frame da cena anterior para incluí-lo na descrição da próxima, garantindo a continuidade da narrativa. Fábio ressaltou ainda que, para gerar vídeos, não se deve pedir um storyboard, mas sim um mood (clima/estilo), recortando as imagens e criando-as separadamente.

Fábio Soares é publicitário e explicou como a IA pode ser uma grande aliada. / Foto: Fábio Soares – Gerada por IA / Arte: Gabriel Dantas

Aplicações na prática

O convidado demonstrou como a IA é multifuncional:

  • Para Jornalistas: Indicou o uso para criação de imagens editoriais, transformação de formatos, automação de rotinas e roteiros de entrevistas;
  • Para Publicitários e Designers: Destacou a eficiência na criação de campanhas para grandes empresas e identidades de marcas utilizando ferramentas como Adobe Firefly e Gemini 3.

Sobre os direitos autorais, tema sensível devido aos processos judiciais que algumas empresas enfrentaram recentemente, Fábio deu o caminho: “O grande macete é você tentar especificar o máximo os prompts. Quanto mais especificações você colocar, mais distante você fica de alguém parecido ou algo que já exista’’.

Carreira e Ética

Dividindo sua rotina entre design, publicidade e IA, Fábio abordou a precificação e orçamentos, dúvidas comuns em um mercado tão novo. Ele indicou trabalhar com um orçamento inicial e ajustar conforme as alterações do cliente. “Não tem uma tabela, esse mercado ainda é muito recente. Mas uma campanha completa que você vai precisar usar IA para um vídeo é um preço que você vai precisar negociar.”

Ao final, rolou uma dinâmica prática colaborativa: os alunos foram desafiados a sugerir ideias para uma campanha enquanto a demonstração acontecia em tempo real, revelando na prática como a IA acelera o processo de criação, mas não substitui o comando humanizado. Fábio deixou uma lição sobre a postura profissional: O diferencial de cada um é a ética, que independe de diplomas, grandes experiências ou de origens. No mercado de trabalho, é a ética que define um bom profissional.

Leia também: Alunos de Comunicação da Unisuam participam de congresso nacional da Intercom

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Alunos de Comunicação da Unisuam participam de congresso nacional da Intercom https://portalfonte.com/alunos-de-comunicacao-da-unisuam-participam-de-congresso-nacional-da-intercom/ https://portalfonte.com/alunos-de-comunicacao-da-unisuam-participam-de-congresso-nacional-da-intercom/#respond Thu, 30 Apr 2026 18:27:14 +0000 https://portalfonte.com/?p=943 Por Walber de Jesus – Estudante de Jornalismo O mês de maio marca um momento histórico para os estudantes da UNISUAM. Alunos dos cursos ligados à Escola de Comunicação irão apresentar a maior quantidade de trabalhos da instituição em um único Grupo de Trabalho (GT) da Intercom, considerado o maior congresso de Comunicação da América […]

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Por Walber de Jesus – Estudante de Jornalismo

O mês de maio marca um momento histórico para os estudantes da UNISUAM. Alunos dos cursos ligados à Escola de Comunicação irão apresentar a maior quantidade de trabalhos da instituição em um único Grupo de Trabalho (GT) da Intercom, considerado o maior congresso de Comunicação da América Latina.

Sob orientação da professora Natália Rocha, que também coordena o GT Fotografia, Ecologias da Imagem e Ativismo Visual, os alunos terão a oportunidade de apresentar produções acadêmicas voltadas à temática do grupo. A participação representa um avanço significativo na inserção dos alunos em espaços de debate e produção científica de relevância nacional.

Natália destacou sua surpresa e satisfação com o engajamento dos estudantes:

“Fiquei muito feliz quando a professora Maria João me contou que os alunos tinham interesse em participar e produzir. Sempre tive uma grande paixão pela pesquisa acadêmica, especialmente quando há integração com o mercado. Estou na expectativa e muito feliz! Espero que este seja o início de uma série de outros trabalhos. É importante para a instituição perceber que os alunos estão envolvidos com a produção de conhecimento. A universidade é, antes de tudo, um espaço de construção de conhecimento, algo que muitas vezes acaba sendo deixado de lado no cotidiano acadêmico.”

Para Beatriz Bruno, aluna do sétimo período de Jornalismo e estagiária no Núcleo Prático de Comunicação (NHD/UNISUAM) essa é a oportunidade de dar mais um passo em sua jornada acadêmica:

“Meu trabalho foi aprovado e estou muito feliz com essa oportunidade! Estou indo com a expectativa de muita troca, muito aprendizado e dar mais um passo na minha jornada acadêmica, ainda mais sendo a primeira vez que participo de um congresso na minha área. Também estou animada para compartilhar o meu olhar sobre o trabalho do Walter Firmo e a análise que venho construindo. Espero que as pessoas curtam e se conectem com essa leitura.”

Além dos estudantes, o corpo docente da instituição também estará presente no evento. O professor Gercton Bernardo, coordenador dos cursos de Comunicação da Unisuam, também estará presente apresentando seu trabalho abordando governança algorítmica, imaginário e impactos socioambientais no samba carioca, reforçando o compromisso da universidade com a pesquisa e a produção científica na área e estimulando novos alunos a também produzirem para a próxima edição.

A participação dos alunos no congresso evidencia o crescimento acadêmico do curso e amplia a visibilidade da produção científica desenvolvida na instituição, consolidando a presença da Unisuam no cenário nacional da pesquisa em Comunicação.

As etapas regionais do evento começam ainda neste mês, passando pelas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte. Em seguida, o congresso segue para a região Sul, em junho, e encerra o circuito no Nordeste, em julho, quando faz uma pausa até a edição Nacional que acontecerá dos dias 1 á 5 de Setembro na Universidade católica de Brasília. Mais informações sobre o evento podem ser acessadas no site oficial da Intercom.

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Alunos do curso de jornalismo da UNISUAM realizam visita técnica à Rádio Tupi https://portalfonte.com/alunos-do-curso-de-jornalismo-da-unisuam-realizam-visita-tecnica-a-radio-tupi/ https://portalfonte.com/alunos-do-curso-de-jornalismo-da-unisuam-realizam-visita-tecnica-a-radio-tupi/#respond Tue, 21 Apr 2026 19:32:21 +0000 https://portalfonte.com/?p=841 Visitação acompanhou os bastidores do dia-a-dia da produção jornalística radiofônica Estudantes do curso de comunicação social visitaram os estúdios da Rádio Tupi, no Castelo, zona central do Rio de Janeiro. Sob orientação do professor Alexandre Ferreira, radialista da emissora, os alunos conheceram todas as instalações, inteirando-se sobre as etapas de produção nos estúdios de gravação, […]

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Visitação acompanhou os bastidores do dia-a-dia da produção jornalística radiofônica

Estudantes do curso de comunicação social visitaram os estúdios da Rádio Tupi, no Castelo, zona central do Rio de Janeiro. Sob orientação do professor Alexandre Ferreira, radialista da emissora, os alunos conheceram todas as instalações, inteirando-se sobre as etapas de produção nos estúdios de gravação, redação e esportes.

Os alunos acompanharam, ao vivo, a apresentação de um dos programas mais tradicionais da programação, o Patrulha da Cidade. No ar desde 1960, o Patrulha carrega o posto de programa mais longevo da rádio. Ao longo de uma hora de duração, utiliza de bom humor ao noticiar fatos com rádios atores, apresentadores e sonoplastia.

A visita trouxe aos estudantes a experiência de enxergar a produção jornalística de dentro, passo a passo e em tempo real, apresentando o processo de pré-produção e preparação até que o material vá ao ar, além da dinâmica por trás de um programa ao vivo.

CONTINUA APÒS A GALERIA

Ao final da visita, o aluno de jornalismo Natan Moreira registrou sua experiência:

“Visitar a rádio Tupi foi uma enorme satisfação, pois seu papel na sociedade é histórico na comunicação. Foi de grande valia escutar de pessoas que estão construindo constantemente esse legado, de compromisso com o povo.”

Natan Moreira – aluno de jornalismo

O professor Alexandre Ferreira, que neste semestre leciona o módulo Jornalismo e Suas Linguagens, considerou a visita um aprendizado enorme.

“Sempre um prazer levar a turma para ver de perto os profissionais trabalhando em tempo real. E ver os olhos dos alunos brilhando e imaginando seu futuro na profissão não tem preço. Nosso trabalho é estimular o crescimento e a capacidade de cada um, além de inspirá-los para um futuro de realizações e sucesso.”

Prof. Alexandre Ferreira

Para o coordenador dos cursos de Comunicação Social, esta é uma rica oportunidade, que marca a trajetória acadêmica dos nossos corujas:

“Valorizamos muito as visitas técnicas como esta porque colocam o aluno em uma posição que vai além do espectador. Eles passam a conhecer processos que envolvem a produção, os bastidores e tudo o que acontece antes do programa ir ao ar. Com isso, podem ter insights que enriquecem também os projetos em que atuam dentro da Unisuam, sejam projetos integradores ou extensionistas.”

Gercton Coitinho – Coordenador da Escola de Comunicação da Unisuam

Por Beatriz Soares, aluna do curso de Jornalismo

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Alunos da Escola de Comunicação da UNISUAM conhecem o Maracanã de forma exclusiva https://portalfonte.com/alunos-da-escola-de-comunicacao-da-unisuam-conhecem-o-maracana-de-forma-exclusiva/ https://portalfonte.com/alunos-da-escola-de-comunicacao-da-unisuam-conhecem-o-maracana-de-forma-exclusiva/#respond Tue, 21 Apr 2026 19:18:01 +0000 https://portalfonte.com/?p=838 Turma de Jornalismo obteve vivência prática e inspiradora no jornalismo esportivo Alunos da turma do segundo período de Jornalismo da UNISUAM, unidade Bonsucesso, viveram uma experiência única: uma visita técnica e exclusiva ao Maracanã, um dos estádios mais emblemáticos do mundo. Confira os principais detalhes dessa vivência. Os alunos foram acompanhados pelo professor Rafael Marques, […]

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Turma de Jornalismo obteve vivência prática e inspiradora no jornalismo esportivo

Alunos da turma do segundo período de Jornalismo da UNISUAM, unidade Bonsucesso, viveram uma experiência única: uma visita técnica e exclusiva ao Maracanã, um dos estádios mais emblemáticos do mundo. Confira os principais detalhes dessa vivência.

Os alunos foram acompanhados pelo professor Rafael Marques, do módulo Introdução à Comunicação e Tecnologias, e pelo coordenador de comunicação do estádio, Alexandre Bittencourt. Durante a visita, aprenderam sobre a rotina do jornalismo esportivo no Maracanã.
A turma teve acesso a locais geralmente inacessíveis ao público, como os vestiários internos e o trajeto feito pelos atletas até o campo, podendo sentir a atmosfera única do estádio. Os alunos visitaram a tribuna de imprensa e as cabines de transmissão, locais onde os jornalistas se posicionam para cobrir os jogos. Eles aprenderam sobre a atuação dos profissionais antes, durante e após as partidas.

O professor Rafael Marques percebeu o brilho no olhar dos alunos durante a atividade.

“Embora nem todos pretendam trabalhar com futebol, muitos se interessaram pela experiência e entenderam melhor a rotina do jornalista esportivo”.

Prof Rafael Marques

Gercton Coitinho, coordenador da Escola de Comunicação da UNISUAM, ressaltou a importância de experiências práticas como essa:

“A visita ao Maracanã aproxima os alunos da realidade do jornalismo esportivo, fundamental para sua formação”.

Gercton Coitinho – Coordenador da Escola de Comunicação da Unisuam

A estudante Carolina Silva compartilhou sua empolgação:

“Foi incrível estar no Maracanã e ver de perto onde os jornalistas atuam. Me senti ainda mais motivada a seguir nessa área”.

Carolina Silva – aluna da Unisuam

Durante a visita técnica, os alunos puderam registrar momentos marcantes, como a entrada no gramado e o acesso ao vestiário, criando lembranças valiosas da experiência.

A visita alimentou o sonho de muitos alunos de um dia trabalhar como jornalistas esportivos, cobrindo jogos diretamente do Maracanã. Essa atividade proporcionou uma vivência prática e inspiradora, aproximando os alunos do universo do jornalismo esportivo de maneira inesquecível.

Por Laís Fonseca, aluna do curso de Jornalismo

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Parceria Escola de Comunicação UNISUAM e Taça das Favelas: esporte, cidadania e jornalismo na prática https://portalfonte.com/parceria-escola-de-comunicacao-unisuam-e-taca-das-favelas-esporte-cidadania-e-jornalismo-na-pratica/ https://portalfonte.com/parceria-escola-de-comunicacao-unisuam-e-taca-das-favelas-esporte-cidadania-e-jornalismo-na-pratica/#respond Tue, 21 Apr 2026 12:57:44 +0000 https://portalfonte.com/?p=848 Alunos da Comunicação UNISUAM participaram da cobertura da Taça das Favelas, unindo prática profissional, esporte e transformação social. Os alunos da Escola de Comunicação UNISUAM participaram ativamente da cobertura jornalística da Taça das Favelas 2025. Os estudantes tiveram a oportunidade de vivenciar, na prática, o desafio de atuar como jornalistas, repórteres, fotógrafos, social media, comentaristas, […]

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Alunos da Comunicação UNISUAM participaram da cobertura da Taça das Favelas, unindo prática profissional, esporte e transformação social.

Os alunos da Escola de Comunicação UNISUAM participaram ativamente da cobertura jornalística da Taça das Favelas 2025. Os estudantes tiveram a oportunidade de vivenciar, na prática, o desafio de atuar como jornalistas, repórteres, fotógrafos, social media, comentaristas, redatores, assessores de imprensa, storymakers, designers e produtores, em um cenário que vai muito além do esporte, sendo também uma experiência de cidadania e transformação social. Ao todo, 56 estudantes estiveram envolvidos ao longo das etapas do campeonato, sendo 34 nas fases de grupo e 22 na grande final.

“Participar da Taça das Favelas foi uma das experiências mais marcantes que já vivi. Foram muitos dias de aprendizado, em que cada entrevista, registro e conselho recebido serviram como motivação para seguir evoluindo. Durante os jogos, percebi o quanto quero estar dentro de campo, foi um misto de sentimentos que nunca vou esquecer. Só tenho a agradecer pela oportunidade, à equipe da Taça, à UNISUAM e a todos que tive a felicidade de conhecer e com quem pude compartilhar esses momentos inesquecíveis.”

Sarah de Sousa, aluna do 3º período do curso de jornalismo

Taça das Favelas: o maior campeonato de futebol amador entre favelas do Brasil.

A Taça das Favelas é o maior campeonato de futebol amador entre favelas do Brasil. Criada em 2012, pela Central Única das Favelas (CUFA), a competição tem como missão promover o esporte, revelar talentos e fomentar a inclusão social nas periferias. Realizada em diversas comunidades, com categorias masculina e feminina, o torneio é um verdadeiro palco de emoção, superação e esperança para milhares de jovens.

O evento se destaca por unir esporte e cidadania, oferecendo visibilidade para jogadores que, muitas vezes, encontram no campeonato a chance de mostrar seu talento e transformar suas histórias. A competição também alcançou reconhecimento nacional, com finais transmitidas ao vivo pela TV Globo, ampliando ainda mais seu impacto social e midiático.

Neste ano, os jogos da fase de grupos do Rio de Janeiro começaram em 31 de maio de 2025, na Arena CUFA, em Realengo. Ao todo, participaram 102 equipes (masculinas e femininas). Após a fase “mata-mata”, 32 equipes masculinas e 16 femininas avançaram. As grandes finais aconteceram em 30 de agosto, no Estádio Moça Bonita, em Bangu.

A final feminina foi disputada entre as equipes Três Campos, de Nova Iguaçu, e Arrastão, de São Gonçalo. Já na final masculina, o título foi disputado por Gogó de Guadalupe e Taquaral, de Senador Camará. O Taquaral venceu o Gogó de Guadalupe por 1 a 0, enquanto Três Campos empatou com Arrastão por 2 a 2 no tempo regulamentar e venceu nos pênaltis por 9 a 8.

O público total do campeonato também foi expressivo: mais de 32 mil pessoas acompanharam os jogos na Arena CUFA ao longo da competição, e mais de 10 mil torcedores marcaram presença na final, reforçando a importância do evento para as comunidades e para o futebol de base.

Alunos da Comunicação UNISUAM em campo: aprender na prática, impactar de verdade

Os alunos da Escola de Comunicação UNISUAM se dedicaram à cobertura do evento, produzindo imagens de alta qualidade que conseguiram retratar toda a emoção, o clima das comunidades e o espírito de solidariedade que permeia o campeonato. Essa vivência representou não apenas um exercício técnico, mas também um mergulho na realidade social de jovens atletas que encontraram na Taça um espaço para expressar seus sonhos e conquistas.

A participação dos alunos na cobertura jornalística do evento mostrou como o aprendizado em sala de aula pode se transformar em prática real, fortalecendo a formação acadêmica e ampliando o olhar crítico e humano dos futuros profissionais da comunicação. Mais do que registrar uma competição esportiva, os estudantes tiveram a oportunidade de amplificar vozes que muitas vezes não encontram espaço na mídia tradicional, reforçando o compromisso da instituição com uma educação transformadora. Esta oportunidade é um dos diferenciais do curso de Comunicação Social da Unisuam, que oferece o estágio interno em atividades como esta, sem custo extra para os estudantes de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda.

“Foi a primeira vez que estive em campo e nos bastidores de um jogo, a experiência foi incrível. Para mim, como aluno de Jornalismo que sonha em seguir carreira no jornalismo esportivo, foi algo muito marcante. Cresci em uma comunidade e, quando criança, sempre sonhei em jogar na Taça das Favelas. Estar ali, vivenciar isso, e ver o que acontece por trás das câmeras, foi surreal. Também tivemos a oportunidade de acompanhar de perto a cobertura da Rede Globo, entramos na cabine de transmissão e conhecemos toda a parte de design, escalação e redes sociais. No campo, vimos todo o trabalho da assessoria de imprensa, com fotos, vídeos e orientações sobre o que pode ou não ser feito durante a cobertura. Foi uma experiência enriquecedora, com muita troca, aprendizado e networking. Sem dúvida, isso agrega muito à nossa formação como estudantes e representa um primeiro passo importante para a nossa futura carreira profissional.”

Gohan do Carmo, aluno do 3º período do curso de jornalismo da Unisuam.

A atuação dos alunos como comunicadores na Taça das Favelas reforça a natureza extensionista da Unisuam, levando informação de qualidade à comunidade do entorno.

Expectativas para a Taça das Favelas 2026

A atuação dos alunos na Taça das Favelas 2025 reforçou o compromisso da UNISUAM com uma educação transformadora e conectada à realidade profissional da comunicação social. A experiência marcou não só a trajetória dos estudantes envolvidos, mas também reafirmou a importância do esporte como ferramenta de inclusão social, valorização das comunidades e formação cidadã.

“A Taça das Favelas foi uma experiência incrível para os nossos alunos da Escola de Comunicação UNISUAM. Eles tiveram a oportunidade de vivenciar, na prática, a cobertura de um evento esportivo real, desde as fases de grupos até a grande final. Foi um verdadeiro mergulho no universo do jornalismo esportivo e da produção de conteúdo em campo. Essa parceria com a CUFA foi extremamente positiva, e mostrou, mais uma vez, como a integração entre a universidade e a comunidade pode gerar resultados transformadores. Os alunos saíram empolgados com a vivência, felizes por terem contribuído com um evento tão relevante, e nós, enquanto Escola de Comunicação, ficamos muito orgulhosos de poder proporcionar esse tipo de vivência prática, que faz toda a diferença na formação deles.”

Gercton Coitinho, coordenador dos cursos da Escola de Comunicação Unisuam

A expectativa para a Taça das Favelas 2026 já é alta. A Escola de Comunicação da UNISUAM pretende ampliar ainda mais a participação dos alunos, fortalecendo essa parceria com a CUFA e reafirmando seu papel na formação de comunicadores engajados, conscientes e preparados para atuar com técnica, sensibilidade e responsabilidade social.

Escrito por: Adrinara Martins, aluna do 7° período de Publicidade e Propaganda.

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