Por Guilherme Oliveira e Christian Ferreira
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) promoveu, nesta segunda-feira (25/5), uma roda de conversa em alusão ao Dia Mundial de Higienização das Mãos, com o tema Ação Salva Vidas. Instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a campanha é celebrada há dezessete anos.
A atividade, realizada mensalmente pelo Cesteh, ocorreu no espaço de espera do Ambulatório de Saúde do Trabalhador. Durante o encontro, foram abordadas a origem das práticas de higienização das mãos em diferentes partes do mundo e orientações sobre a técnica correta de lavagem. A iniciativa teve como objetivo contribuir para a prevenção da transmissão de doenças.

A importância da conscientização sobre a higiene das mãos
O encontro teve como finalidade difundir conhecimento, estimular a prevenção e promover a saúde, além de fortalecer a integração entre os usuários atendidos e os profissionais da Fiocruz. Segundo Silvana Arruda, que conduziu o diálogo, a proposta da roda de conversa é colocar o paciente no centro do cuidado. “As nossas mãos estão entre os principais meios de transmissão de bactérias”, afirmou.
Quais são as formas recomendadas de higienizar as mãos?
De acordo com as enfermeiras, há três formas recomendadas de higienização das mãos:
- Higiene simples: lavagem das mãos com água e sabonete comum, preferencialmente líquido.
- Higiene antisséptica: higienização com água e sabonete associado a agente antisséptico.
- Fricção antisséptica: aplicação de preparação alcoólica com concentração entre 60% e 80%, destinada à redução do número de micro-organismos. Recomenda-se que a formulação contenha emolientes para evitar o ressecamento da pele.
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