Arquivo de sociedade - Portal Fonte https://portalfonte.com/tag/sociedade/ Escola de Comunicação da Unisuam Wed, 08 Jul 2026 12:42:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://portalfonte.com/wp-content/uploads/2026/04/favicon-coruja-150x150.gif Arquivo de sociedade - Portal Fonte https://portalfonte.com/tag/sociedade/ 32 32 Secretaria Municipal de Esportes abre inscrições para colônia de férias nas Vilas Olímpicas https://portalfonte.com/secretaria-municipal-de-esportes-abre-inscricoes-para-colonia-de-ferias-nas-vilas-olimpicas/ https://portalfonte.com/secretaria-municipal-de-esportes-abre-inscricoes-para-colonia-de-ferias-nas-vilas-olimpicas/#respond Wed, 08 Jul 2026 12:42:54 +0000 https://portalfonte.com/?p=2538 Por Milena Santiago – Estudante de Jornalismo A Secretaria Municipal de Esportes da Prefeitura do Rio abre as inscrições para a colônia de férias nesta terça-feira (07) em todas as vilas olímpicas da cidade. As atividades, que acontecem anualmente no período de recesso escolar, são voltadas para crianças a partir de 4 anos, com opções […]

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Por Milena Santiago – Estudante de Jornalismo

A Secretaria Municipal de Esportes da Prefeitura do Rio abre as inscrições para a colônia de férias nesta terça-feira (07) em todas as vilas olímpicas da cidade. As atividades, que acontecem anualmente no período de recesso escolar, são voltadas para crianças a partir de 4 anos, com opções também para adultos e idosos. O prazo para matrícula termina no dia 17 deste mês. 

Para efetuar a inscrição, os responsáveis devem comparecer à secretaria dos equipamentos esportivos com as cópias da identidade da criança, do responsável e o comprovante de residência. A exceção é o Parque Olímpico da Barra, que recebe cadastro exclusivamente de forma online, por meio de formulário disponibilizado no perfil oficial da unidade no Instagram. 

Parque Olímpico da Barra. / Foto: Reprodução Prefeitura do Rio

O início do período de inscrições nas Vilas Olímpicas Jorginho da SOS, localizada no Complexo do Alemão, e Aldo Miccolis, no Encantado, dará prioridade total a quem já frequenta as atividades. Ao longo da primeira semana, as vagas serão destinadas unicamente à renovação dos alunos matriculados, sendo que o público geral só poderá ocupar os postos que restarem disponíveis após esse prazo.

As atividades das colônias de férias acontecerão entre os dias 21 e 31 de julho, de terça a sexta-feira. Cada vila olímpica tem seu próprio horário e atende a uma faixa etária específica. A programação inclui modalidades esportivas como futebol, basquete e vôlei, além de atividades recreativas na piscina, brincadeiras tradicionais, gincanas, piques e queimado. 

A iniciativa da secretaria visa preencher o tempo livre de crianças e jovens durante as férias escolares, garantindo que eles permaneçam em movimento dentro de espaços protegidos e com acompanhamento profissional. Além de focar na juventude, o projeto também estende a programação de esporte e lazer para as populações adulta e idosa em polos selecionados.

Endereços das unidades

  • Centro Esportivo Miécimo da Silva (Campo Grande)
    Rua Olinda Ellis, 470 – Campo Grande
  • CIAD (exclusivo para PCDs)
    Av. Presidente Vargas, 1.997 – Centro
  • Cidade das Crianças (Santa Cruz)
    Rodovia Rio-Santos, Km 0 – Santa Cruz
  • GREIP (Penha)
    Rua Santa Engrácia, s/n – Penha
  • Parque das Vizinhanças de Ramos
    Av. Guanabara, s/n – Ramos
  • Parque Machado de Assis (Santo Cristo)
    Rua do Pinto, 100 – Santo Cristo
  • Parque Radical de Deodoro
    Estrada Marechal Alencastro, 1357 – Ricardo de Albuquerque
  • Parque das Vizinhanças Dias Gomes
    Estrada do Camboatá, s/n – Deodoro
  • Parque Olímpico da Barra
    Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca
    Inscrições online via link divulgado no Instagram da unidade a partir de 07/07
  • Vila Olímpica Adílio (Vidigal)
    Av. Presidente João Goulart, s/n – Vidigal
  • Vila Olímpica Aldo Miccolis (Encantado)
    Rua Bento Gonçalves, 457 – Encantado
    Inscrições online para alunos matriculados
  • Vila Olímpica Artur da Távola (Vila Isabel)
    Rua Visconde de Santa Isabel, s/n – Vila Isabel
  • Vila Olímpica Clara Nunes (Coelho Neto)
    Rua Pedro Jório, 528 – Coelho Neto
  • Vila Olímpica Radialista “Apolinho” Washington Rodrigues (Gamboa)
    Rua da União, s/n – Gamboa
  • Vila Olímpica da Mangueira
    Rua Santos Melo, 73 – Mangueira
  • Vila Olímpica Dr. Ivanir de Mello
    Rua Aripuá, s/n – Ricardo de Albuquerque
  • Vila Olímpica Dr. Sócrates Brasileiro (Guaratiba)
    Rua Bidu Sayão, s/n – Guaratiba
  • Vila Olímpica Jorginho da SOS (Ramos)
    Estrada do Itararé, 460 – Ramos
    Inscrições iniciais apenas para alunos matriculados
  • Vila Olímpica Jornalista Ary de Carvalho (Vila Kennedy)
    Rua Paulino do Sacramento, s/n – Vila Kennedy
  • Vila Olímpica Mané Garrincha (Caju)
    Rua Carlos Seixas, s/n – Caju
  • Vila Olímpica Mestre André (Padre Miguel)
    Rua Marechal Falcão da Frota, 1782 – Padre Miguel
  • Vila Olímpica Municipal Seu Amaro (Maré)
    Rua Tancredo Neves, s/n – Maré
  • Vila Olímpica Nilton Santos (Ilha do Governador)
    Estrada do Rio Jequiá, s/n – Ilha do Governador
  • Vila Olímpica Oscar Schmidt (Santa Cruz)
    Estrada do Matadouro, s/n – Santa Cruz
  • Vila Olímpica Polo Jardim Bangu
    Rua Roque Barbosa, s/n – Bangu
  • Vila Olímpica Professor Manoel José Gomes Tubino (Jacarepaguá)
    Rua Cândido Benício, 2973 – Jacarepaguá
  • Vila Olímpica Waldir Pereira “Didi” (Recreio dos Bandeirantes)
    Av. Alfredo Balthazar da Silveira, 35 – Recreio dos Bandeirantes

Foto destaque: Divulgação Prefeitura RJ – Vila Olímpica de Ramos

Leia também: Violência ao redor: impactos na saúde mental de moradores da Zona Norte do Rio de Janeiro

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Sem lugar para parar: a rotina invisível dos motoristas de aplicativo que fazem entregas no Rio https://portalfonte.com/sem-lugar-para-parar-a-rotina-invisivel-dos-motoristas-de-aplicativo-que-fazem-entregas-no-rio/ https://portalfonte.com/sem-lugar-para-parar-a-rotina-invisivel-dos-motoristas-de-aplicativo-que-fazem-entregas-no-rio/#respond Fri, 26 Jun 2026 14:40:07 +0000 https://portalfonte.com/?p=2477 Sem acesso regulamentado a áreas de carga e descarga e vulneráveis a multas, entregadores que usam carros de passeio precisam recorrer a estacionamentos pagos ou caminhar longas distâncias para concluir o trabalho. Por Paulo Vitor Alonso e Victoria Thomaz Estudantes de Jornalismo A expansão do comércio eletrônico e dos serviços de logística por plataformas digitais […]

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Sem acesso regulamentado a áreas de carga e descarga e vulneráveis a multas, entregadores que usam carros de passeio precisam recorrer a estacionamentos pagos ou caminhar longas distâncias para concluir o trabalho.

Por Paulo Vitor Alonso e Victoria Thomaz Estudantes de Jornalismo

A expansão do comércio eletrônico e dos serviços de logística por plataformas digitais transformou a paisagem urbana das grandes cidades brasileiras. No entanto, por trás da conveniência da entrega rápida, esconde-se a dura realidade de uma categoria profissional que cresce em ritmo acelerado, mas permanece marginalizada pela legislação de trânsito: os motoristas de aplicativo que realizam entregas utilizando veículos particulares de passeio.

Apesar de já estarem integrados à dinâmica socioeconômica da capital fluminense há um bom tempo, esses trabalhadores relatam que suas demandas continuam ignoradas pelo poder público. Sem pontos regulamentados para estacionar, muitos precisam recorrer a artimanhas diárias, como esconder o veículo em ruas sem saída ou parar a centenas de metros de distância do endereço final para conseguir efetuar o desembarque das mercadorias.

O impasse do CTB e as regras municipais

O principal nó górdio da categoria reside na contradição entre a legislação federal e a fiscalização local. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), o ato de carga e descarga está atrelado à natureza da operação, e não ao tipo de veículo. O texto federal não restringe carros de passeio de utilizarem essas vagas, desde que estejam, de fato, operando o embarque ou desembarque de volumes.

O Artigo 47 do CTB estabelece que as vagas de carga e descarga devem ser regulamentadas pelo órgão de trânsito responsável pela via (no caso da capital, a CET-Rio). Além disso, o Artigo 181, que dispõe sobre as infrações de estacionamento irregular, não pune especificamente automóveis civis nestas áreas. Contudo, o próprio código determina que o motorista deve respeitar a sinalização local — e é aí que o problema começa. As placas instaladas nas ruas do Rio de Janeiro restringem o uso das vagas estritamente a Veículos Urbanos de Carga (VUC) e utilitários.

Na prática, isso cria uma armadilha burocrática: o entregador que utiliza um carro comum, ao tentar fazer o seu trabalho usando a vaga de carga e descarga, fica sujeito a multas graves e reboque.

Relato de quem vive a rotina das ruas

Para compreender o impacto desse vácuo normativo no cotidiano, a reportagem entrevistou o motorista Marcos Paulo, que detalhou as principais dificuldades enfrentadas pela categoria no Rio de Janeiro.

Paulo Vitor: Quais regiões do Rio de Janeiro apresentam mais dificuldades para estacionar durante as entregas?

Marcos Paulo: A Zona Sul e o Centro do Rio de Janeiro são, sem dúvidas, as regiões mais desafiadoras para nós. Além da escassez crônica de vagas públicas, o movimento é intenso. Enfrentamos tanto o risco de sofrer furtos enquanto nos afastamos para subir em um prédio quanto a enorme dificuldade para achar qualquer local seguro para encostar o carro.

Paulo Vitor: Como você costuma agir quando não encontra uma vaga próxima ao local da entrega?

Marcos Paulo: Quando não há vaga perto do destino, somos obrigados a deixar o veículo em locais muito distantes e concluir o restante do trajeto a pé, carregando as caixas ou sacolas. Os estacionamentos pagos surgem como alternativa em casos extremos, mas o custo deles pesa direto no bolso e consome a nossa margem de lucro, tornando essa escolha inviável na maioria das vezes.

Paulo Vitor: As áreas de carga e descarga costumam atender às necessidades de quem faz entregas por aplicativo?

Marcos Paulo: Raramente. Essas vagas são limitadas e os agentes de fiscalização priorizam os caminhões grandes de abastecimento. Mesmo se encontrarmos uma vaga dessas vazia, o risco de sermos multados por estarmos em um carro de passeio comum é altíssimo, então a gente prefere não arriscar.

Carro de um entregador de aplicativo parado na vaga de carga e descarga Foto: Paulo Vitor

Precedentes abrem caminho para cobrança por direitos

A demanda por regulamentação ganha força quando observamos que a prefeitura do Rio de Janeiro já desenvolveu soluções de mobilidade para outras modalidades de transporte por aplicativo. Nos últimos anos, os motoristas voltados ao transporte de passageiros (como Uber e 99) conquistaram bolsões regulamentados para embarque e desembarque em pontos estratégicos de grande fluxo, como shopping centers, rodoviárias e nos aeroportos do Galeão e Santos Dumont.

Da mesma forma, o poder público municipal voltou as atenções para os motoboys e entregadores de refeições. Em uma parceria firmada com a iniciativa privada, a prefeitura instalou três pontos de apoio oficiais equipados com infraestrutura de descanso e suporte para esses profissionais, localizados em Botafogo, Barra da Tijuca e Tijuca.

Diante do amparo dado às outras ramificações da economia dos aplicativos, os entregadores em veículos de passeio agora reivindicam um posicionamento e ações institucionais semelhantes por parte da administração municipal. A categoria pleiteia a revisão da sinalização urbana ou a criação de credenciais específicas que validem a atividade dos automóveis civis a serviço das plataformas, garantindo o direito de trabalhar sem o fantasma da punição.

Imagem destaque: Paulo Vitor Alonso

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Recuperação desigual: praias da Zona Sul avançam, mas Ilha do Governador ainda espera por melhorias https://portalfonte.com/recuperacao-desigual-praias-da-zona-sul-avancam-mas-ilha-do-governador-ainda-espera-por-melhorias/ https://portalfonte.com/recuperacao-desigual-praias-da-zona-sul-avancam-mas-ilha-do-governador-ainda-espera-por-melhorias/#respond Fri, 26 Jun 2026 14:25:17 +0000 https://portalfonte.com/?p=2475 Por Paulo Vitor Alonso Estudante de Jornalismo A melhora na qualidade da água em praias da Zona Sul do Rio de Janeiro reacendeu o debate sobre a recuperação ambiental da Baía de Guanabara. Enquanto locais que por décadas sofreram com a poluição começam a apresentar avanços, moradores da Ilha do Governador ainda convivem com praias […]

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Por Paulo Vitor Alonso Estudante de Jornalismo

A melhora na qualidade da água em praias da Zona Sul do Rio de Janeiro reacendeu o debate sobre a recuperação ambiental da Baía de Guanabara. Enquanto locais que por décadas sofreram com a poluição começam a apresentar avanços, moradores da Ilha do Governador ainda convivem com praias consideradas impróprias para banho e questionam quando a mesma transformação chegará à região.

A Ilha do Governador possui uma forte ligação histórica com o mar. Durante boa parte do século passado, praias como a da Bica eram frequentadas por moradores e visitantes que buscavam lazer, esportes e contato com a natureza. No entanto, uma série de impactos ambientais contribuiu para a degradação da qualidade da água ao longo dos anos.

Praia da bica na ilha do governador Foto: Paulo Vitor Alonso

Entre os episódios mais marcantes está o vazamento de aproximadamente 20 mil toneladas de óleo do petroleiro iraquiano Tarak Ibn Ziyad, em 1975. Anos depois, em 2000, a Baía de Guanabara foi palco de outro desastre ambiental de grandes proporções, quando cerca de 1,3 milhão de litros de óleo vazaram de um duto que ligava a Refinaria Duque de Caxias (Reduc) ao Terminal da Ilha d’Água. O acidente afetou significativamente a fauna marinha e agravou os problemas ambientais da região.

Apesar da situação das praias, muitos moradores continuam utilizando a orla como espaço de convivência e lazer. Em entrevista à reportagem, a moradora Magali Roseno afirmou que a população se acostumou à realidade local e não deixa de frequentar a região por conta dos problemas de balneabilidade.

Segundo ela, a condição da água tem pouco impacto na rotina de parte dos frequentadores:

“Se não peguei nada até hoje, não é agora que vou pegar”, relatou, ao comentar a percepção de muitos moradores sobre os riscos de entrar no mar.

Pessoas aproveitando a orla da praia da bica Foto: Paulo Vitor Alonso

Mais do que um local destinado ao banho, a orla passou a desempenhar outras funções ao longo dos anos. A entrevistada destaca que a expansão dos quiosques, bares e atividades esportivas transformou a relação da população com as praias da Ilha.

“Atualmente, as pessoas deixaram de pensar só no banho e passaram a incluir a praia na vida esportiva”, afirmou.

Modalidades como beach tennis, futevôlei, vôlei de praia e treinos funcionais atraem diariamente moradores para a orla. Mesmo sem condições ideais para o banho, a Praia da Bica continua sendo um dos principais pontos de encontro da região, reunindo praticantes de esportes, frequentadores de bares e restaurantes e famílias em busca de lazer ao ar livre.

A movimentação constante demonstra que a população mantém uma forte relação com o espaço, mas também reforça a necessidade de investimentos voltados para a recuperação ambiental das praias. Para moradores e frequentadores, a revitalização da orla não representaria apenas uma melhoria na qualidade da água, mas também um ganho para o turismo, o lazer e a qualidade de vida na Ilha do Governador.

Estacionamento dos restaurantes na praia da bica Foto: Paulo Vitor Alonso

Enquanto a recuperação de algumas praias cariocas é celebrada, a expectativa dos moradores da Ilha permanece a mesma: que a região também receba a atenção necessária para que suas praias voltem a ser um patrimônio ambiental plenamente aproveitado pela população.

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Exposição da Fiocruz mostra ações realizadas em comunidades na pandemia https://portalfonte.com/exposicao-da-fiocruz-mostra-acoes-realizadas-em-comunidades-na-pandemia/ https://portalfonte.com/exposicao-da-fiocruz-mostra-acoes-realizadas-em-comunidades-na-pandemia/#respond Wed, 24 Jun 2026 17:20:06 +0000 https://portalfonte.com/?p=2354 Por Vitória Sá Estudante de Jornalismo Localizada em edificação histórica que teve um papel fundamental no enfrentamento a emergências sanitárias há mais de cem anos, a reabertura do Pavilhão do Relógio aconteceu no dia 1 de junho com a inauguração de duas exposições.  A primeira, Memórias da Covid, é uma mostra virtual dedicada à atuação da […]

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Por Vitória Sá Estudante de Jornalismo

Localizada em edificação histórica que teve um papel fundamental no enfrentamento a emergências sanitárias há mais de cem anos, a reabertura do Pavilhão do Relógio aconteceu no dia 1 de junho com a inauguração de duas exposições.  A primeira, Memórias da Covid, é uma mostra virtual dedicada à atuação da Fiocruz durante a pandemia. A segunda, Favela Viva: enfrentamentos à pandemia de Covid-19 em Maré e Manguinhos, que está aberta à visitação presencial. 


A exposição Favela Viva destaca um olhar humanizado sobre como os moradores da Maré e de Manguinhos atravessaram a crise sanitária global, destacando os desafios reais dos moradores que enfrentaram o acesso limitado a condições básicas de saúde. A exposição está situada no circuito de visitação do Museu da Vida Fiocruz, no campus Manguinhos.

Graduanda em história, a educadora Danielle Figueiredo fala da experiência de ingressar no processo de planejamento da exposição. “Eu tive a oportunidade de participar desde o começo dessa pesquisa que vem sendo desenvolvida até chegar na exposição. Há quase 3 anos, já tinha a curadoria participativa, o grupo curador que são lideranças do território de Maré e Manguinhos, da comunicação, que, junto à Fiocruz, planejaram e articularam todo o processo dessa exposição.”

 A divisão em oito módulos oferece uma experiência interativa e acessível, combinando dados técnicos com recursos como objetos táteis, mapas e jogos de combate às fake news. No segundo semestre de 2026, a exposição deixa o Pavilhão do Relógio para percorrer escolas, bibliotecas e museus locais nos territórios da Maré e Manguinhos.

Máscaras em um varal que fazem parte da exposição Favela viva, foto por: Vitória Sá

Já a exposição virtual Memórias da Covid, que também está disponível on-line, apresenta uma linha do tempo da pandemia do Sars-CoV-2, o novo coronavírus, com foco na atuação da Fiocruz. Reúne acontecimentos entre dezembro de 2019, assim que surgiram os principais alertas internacionais sobre a doença, e maio de 2023, o marco de encerramento da pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Exposição online Memórias da Covid-19

“Agora eu sou educadora do museu, e estamos muito felizes com a exposição que inaugurou dia 1º de junho, e, hoje, dia 17 de junho, temos quase mil visitantes, incluindo escolas.” Disse Danielle, educadora e funcionária do Museu da Vida Fiocruz.

A exposição “Favela Viva” é aberta ao público com visitação livre até 10 pessoas. Para grupos maiores, o agendamento deve ser feito no centro de recepção . Estará disponível no pavilhão do relógio até o dia 31 de agosto. Terça a Sexta das 9h às 16:30, e aos sábados das 10h às 16h. Já a exposição virtual “Memórias da Covid-19” encontra-se disponível 24hrs através do link de acesso

Fonte: Portal Fiocruz
Imagem destaque: Vitória Sá

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Regras da FIFA limitam uso de símbolos da Copa 2026 em campanhas publicitárias https://portalfonte.com/regras-da-fifa-limitam-uso-de-simbolos-da-copa-2026-em-campanhas-publicitarias/ https://portalfonte.com/regras-da-fifa-limitam-uso-de-simbolos-da-copa-2026-em-campanhas-publicitarias/#comments Wed, 24 Jun 2026 17:07:06 +0000 https://portalfonte.com/?p=2348 Diretrizes de propriedade intelectual restringem o uso comercial de marcas, imagens e expressões ligadas ao torneio por empresas não patrocinadora. Por Júlia Rangel Estudante de Publicidade e Propaganda Quando a Copa do Mundo de 2026 ainda era apenas expectativa, grandes marcas já haviam começado a produzir conteúdos relacionados ao torneio. O movimento mostra que, para o […]

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Diretrizes de propriedade intelectual restringem o uso comercial de marcas, imagens e expressões ligadas ao torneio por empresas não patrocinadora.

Por Júlia Rangel Estudante de Publicidade e Propaganda

Quando a Copa do Mundo de 2026 ainda era apenas expectativa, grandes marcas já haviam começado a produzir conteúdos relacionados ao torneio. O movimento mostra que, para o mercado da comunicação, a Copa começa muito antes do apito inicial. Mas junto com a oportunidade surge uma dúvida comum entre empresas, criadores de conteúdo e profissionais da área: até onde é possível usar referências ao evento sem infringir as regras da FIFA?

As Diretrizes de Propriedade Intelectual da entidade estabelecem limites claros para o uso de símbolos, nomes e elementos visuais da competição. Ignorar essas regras pode gerar notificações e até disputas judiciais. Para quem trabalha com comunicação, entender esses limites é tão importante quanto desenvolver uma campanha criativa.

Porque essas regras existem?

Os patrocinadores oficiais investem milhões para associar suas marcas ao torneio. Em troca, recebem direitos exclusivos de uso de diversos ativos ligados à competição. É justamente essa exclusividade que a FIFA busca proteger por meio das regras de propriedade intelectual. Nesse contexto surge o chamado marketing de emboscada, prática em que empresas tentam se associar a um evento sem possuir autorização oficial. O objetivo é aproveitar a visibilidade gerada pela competição sem arcar com os custos de patrocínio. Por isso, apenas empresas e organizações autorizadas pela FIFA podem utilizar oficialmente determinados elementos da Copa em ações comerciais.

Uso pessoal e uso comercial: a diferença que muda tudo

Para torcedores e usuários comuns das redes sociais, as regras costumam ser mais flexíveis. Compartilhar conteúdos sobre os jogos, utilizar hashtags relacionadas ao torneio e comentar as partidas em perfis pessoais geralmente não representa problema, desde que não exista finalidade comercial. A situação muda quando há interesse de promoção de marca, venda de produtos ou prestação de serviços. Empreendedores, social medias, designers, influenciadores e empresas precisam ter atenção redobrada. Utilizar elementos protegidos pela FIFA em anúncios, campanhas, promoções ou conteúdos patrocinados pode caracterizar infração, mesmo quando a intenção é apenas aproveitar o clima do evento.

O que não pode ser usado por marcas não autorizadas

Ativos visuais e termos protegidos
Entre os elementos protegidos estão o emblema oficial da competição, os logotipos das cidades-sede, a imagem do troféu, o mascote, o pôster oficial e a tipografia desenvolvida exclusivamente para o torneio. Também existem restrições relacionadas a expressões e denominações oficiais da competição. Pequenas adaptações ou alterações nesses elementos não garantem que seu uso seja permitido. Se a comunicação gerar associação indevida com a Copa ou sugerir vínculo oficial, ainda pode haver infração.

Em promoções e ações de marketing
Sorteios de ingressos sem autorização, campanhas que sugiram patrocínio oficial inexistente e promoções que utilizem elementos protegidos da competição estão entre as práticas que podem gerar notificações ou sanções. A regra geral é simples: se a ação comercial cria a impressão de que existe uma relação oficial com a Copa do Mundo sem autorização da FIFA, há risco de infração.

Quando até os grandes erraram

Casos de marketing de emboscada já marcaram diferentes edições da Copa do Mundo e ajudam a entender por que a FIFA adota uma postura rígida em relação ao tema.

Casos que marcaram a discussão sobre marketing de emboscada
O marketing de emboscada não é um fenômeno recente. Ao longo da história das Copas do Mundo, diversas marcas encontraram formas de se associar ao evento sem possuir patrocínio oficial, o que ajudou a intensificar o debate sobre exclusividade comercial e proteção de marcas.

Na Copa do Mundo de 1994, a Brahma protagonizou um dos casos mais conhecidos de marketing de emboscada no Brasil. Na época, a marca utilizava o slogan “Número 1” e patrocinava diversos jogadores da seleção brasileira, entre eles Romário, Bebeto, Raí, Zinho, Jorginho e Ronaldo. Após a conquista do tetracampeonato, vários atletas apareceram comemorando com o dedo indicador levantado, gesto associado à campanha da cervejaria. Embora não fosse patrocinadora oficial da seleção brasileira, a Brahma conseguiu vincular sua imagem a um dos momentos mais marcantes da história do futebol nacional. O episódio se tornou um dos exemplos mais conhecidos de marketing de emboscada no país e passou a ser frequentemente citado em discussões sobre exclusividade comercial e direitos de patrocínio em grandes eventos esportivos.

Embora algumas ações de marketing de emboscada sejam lembradas pela criatividade e pela repercussão alcançada, a estratégia também envolve riscos. De acordo com artigo publicado no JusBrasil, campanhas desse tipo podem gerar questionamentos relacionados à concorrência desleal e ao uso indevido de marcas protegidas, dependendo da forma como são executadas. O texto destaca que o limite entre uma ação criativa e uma associação indevida pode ser bastante sutil, exigindo cautela de empresas que desejam aproveitar a visibilidade de grandes eventos esportivos.

O que é Permitido?


Apesar das restrições, empresas não precisam ficar completamente afastadas do assunto. A FIFA permite que marcas trabalhem temas relacionados ao universo do futebol de forma genérica, sem utilizar elementos protegidos da competição. Expressões como “torcida”, “dia de jogo”, “golaço”, “futebol” e referências às seleções nacionais podem ser utilizadas, desde que não sugiram vínculo oficial com o torneio.

Na prática, diferentes segmentos podem adaptar a temática ao seu contexto:
Restaurantes e bares podem criar cardápios inspirados no clima das partidas e decorar seus espaços com bandeiras dos países participantes.

Academias e estúdios podem desenvolver campanhas relacionadas ao esporte, desempenho físico e superação. Até mesmo aulas temáticas.

Lojas de roupas podem apostar em coleções inspiradas nas cores das seleções e no universo do futebol.

Clínicas e consultórios podem produzir conteúdos sobre saúde, alimentação e hábitos durante os dias de jogos.

Mais do que uma questão jurídica

A Copa do Mundo de 2026 deve movimentar campanhas, conteúdos e estratégias de comunicação em todo o mundo. Para profissionais da área, compreender as regras que envolvem propriedade intelectual é uma forma de atuar com mais segurança e responsabilidade.

Em um cenário em que marcas disputam atenção em tempo real, conhecer os limites entre participação e associação indevida ao evento se tornou parte do trabalho de quem atua com comunicação. Mais do que evitar problemas jurídicos, compreender essas regras ajuda profissionais e empresas a desenvolver estratégias criativas sem ultrapassar os direitos protegidos pela FIFA.

Antes de publicar campanhas relacionadas a grandes eventos esportivos, o ideal é verificar as diretrizes oficiais e avaliar se a comunicação pode gerar associação indevida com a competição.

Imagem destaque: reprodução Instagram/Meta CBF(@brasil)

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Cultura e Direitos Humanos: Icict/Fiocruz inaugura Galeria aCéu Aberto com mostra de João Roberto Ripper https://portalfonte.com/cultura-e-direitos-humanos-icict-fiocruz-inaugura-galeria-aceu-aberto-com-mostra-de-joao-roberto-ripper/ https://portalfonte.com/cultura-e-direitos-humanos-icict-fiocruz-inaugura-galeria-aceu-aberto-com-mostra-de-joao-roberto-ripper/#respond Tue, 23 Jun 2026 18:33:47 +0000 https://portalfonte.com/?p=2291 Por Walber de Jesus – Estudante de Jornalismo O Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) deu um importante passo na integração entre arte, saúde e cidadania. Em celebração aos 126 anos da Fiocruz e aos 40 anos do Icict, o instituto inaugurou a Galeria a Céu Aberto, um espaço permanente […]

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Por Walber de Jesus – Estudante de Jornalismo

O Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz) deu um importante passo na integração entre arte, saúde e cidadania. Em celebração aos 126 anos da Fiocruz e aos 40 anos do Icict, o instituto inaugurou a Galeria a Céu Aberto, um espaço permanente de convivência e exposições localizado no gramado lateral da histórica Biblioteca de Manguinhos. Para marcar a estreia do espaço, foi aberta a exposição “Humanidades”, que reúne 20 fotografias em preto e branco do renomado fotógrafo humanista João Roberto Ripper. Com mais de 50 anos de carreira dedicados à documentação das lutas sociais, Ripper traz em suas lentes o cotidiano e a resistência do povo brasileiro sob a ótica dos direitos humanos.

O evento de inauguração começou na Biblioteca de Manguinhos com um café de boas vindas, seguido por uma mesa institucional que debateu a importância do acervo e do novo espaço. O encontro contou com a presença de diversas autoridades e convidados de destaque no cenário acadêmico e cultural: João Roberto Ripper, o fotógrafo homenageado; Dante Gastaldoni, professor, fotógrafo e curador da exposição; Rodrigo Murtinho, pesquisador e idealizador do projeto (inspirado em galerias urbanas que conheceu em
Montevidéu).

Durante a mesa, foi destacada a relevância de manter a exposição em ambiente aberto, democratizando o acesso à cultura para estudantes, pesquisadores, trabalhadores e visitantes do campus. A atividade contou com acessibilidade em Libras e transmissão ao vivo para quem não pôde comparecer presencialmente. “Espero que as imagens possam atingir o público e fazer com que eles reflitam sobre a realidade que é vivida pela maioria da população brasileira. Uma realidade que tem a deliciosa teimosia de ser feliz, mas que enfrenta uma ausência do Estado” pontuou Ripper durante a cerimônia.

Fotos: Walber de Jesus/Acervo Pessoal

Serviço e Visitação

A exposição “Humanidades” é gratuita e voltada tanto para a comunidade universitária quanto para o público externo. Por estar localizada no gramado do campus, a dinâmica de funcionamento acompanha a circulação do espaço institucional.

Local: Gramado lateral da Biblioteca de Manguinhos. Campus Manguinhos (Av. Brasil, 4365 – Rio de Janeiro). Dias de funcionamento: De segunda a sexta-feira. Horário de visitação: Das 9h às 16h30. Vale destacar que as fotos exibidas fazem parte do Acervo João Roberto Ripper (composto por mais de 180 mil fotogramas em processo de salvaguarda pelo Icict) e também podem ser apreciadas virtualmente por meio da plataforma Fiocruz Imagens

Foto destaque: Walber de Jesus/Acervo Pessoal

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Portela homenageará Monarco com o enredo “Ao Mestre com Carinho” no Carnaval de 2027 https://portalfonte.com/portela-homenageara-monarco-com-o-enredo-ao-mestre-com-carinho-no-carnaval-de-2027/ https://portalfonte.com/portela-homenageara-monarco-com-o-enredo-ao-mestre-com-carinho-no-carnaval-de-2027/#respond Tue, 23 Jun 2026 18:32:33 +0000 https://portalfonte.com/?p=2273 Escola de Madureira celebra a trajetória de um dos maiores nomes de sua história e da música popular brasileira na Marquês de Sapucaí. A Portela definiu, no dia 11 de abril, o enredo que levará para a Marquês de Sapucaí no Carnaval de 2027. A escolha foi uma homenagem a um dos maiores baluartes de […]

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Escola de Madureira celebra a trajetória de um dos maiores nomes de sua história e da música popular brasileira na Marquês de Sapucaí.

A Portela definiu, no dia 11 de abril, o enredo que levará para a Marquês de Sapucaí no Carnaval de 2027. A escolha foi uma homenagem a um dos maiores baluartes de sua história: o cantor e compositor Monarco. Batizado de “Ao Mestre com Carinho”, o tema será desenvolvido pelo carnavalesco Paulo Barros, que retorna à agremiação com a missão de conduzir a escola na busca por seu 23º título no Grupo Especial.

O mestre de Oswaldo Cruz

Nascido Hildmar Diniz, no bairro de Cavalcante, Zona Norte do Rio de Janeiro, Monarco mudou-se ainda criança para Oswaldo Cruz, berço da Portela. Foi ali, aos 10 anos de idade, que começou a conviver com sambistas da escola, participar de blocos carnavalescos e dar os primeiros passos como compositor. Também foi nesse período que surgiu o apelido que o acompanharia por toda a vida.

Sua relação com a Portela atravessou décadas. Na década de 1950, foi convidado a integrar a ala de compositores da escola e tornou-se uma das principais referências da agremiação. Embora nunca tenha vencido uma disputa de samba-enredo, suas composições conquistaram espaço e carinho entre os portelenses. Um dos exemplos mais conhecidos é “Passado de Glória”, que durante anos serviu como samba de aquecimento nos eventos da azul e branco.

Com o passar do tempo, Monarco assumiu papel de destaque na Velha Guarda da Portela e, entre 2013 e 2021, ocupou o cargo de presidente de honra da escola. Sua trajetória foi interrompida apenas por seu falecimento, em dezembro de 2021, aos 88 anos.

Anúncio em clima de celebração

O anúncio do enredo aconteceu durante a tradicional feijoada em comemoração aos 103 anos da Portela, realizada na quadra da escola, em Madureira. O evento reuniu grandes nomes da música brasileira e do samba, como Paulinho da Viola, Zeca Pagodinho, Marisa Monte, Maria Rita, Roberta Sá, Mauro Diniz, Diogo Nogueira, Teresa Cristina e Marquinhos de Oswaldo Cruz.

A escolha do enredo foi recebida com entusiasmo pelos portelenses, que enxergam em Monarco uma das figuras mais importantes para a preservação da identidade e da tradição da escola.

O retorno de Paulo Barros

Após ficar fora dos desfiles do Grupo Especial em 2026, Paulo Barros retorna ao carnaval carioca em uma casa que conhece bem. O carnavalesco não participou da última edição da festa após sua passagem pela Unidos de Vila Isabel, onde assinou o enredo “Quanto Mais Eu Rezo, Mais Assombração Aparece!”.

Agora, ele volta à Portela, escola pela qual conquistou seu último campeonato, em 2017. Naquele ano, a azul e branco apresentou o enredo “Quem Nunca Sentiu o Corpo Arrepiar ao Ver Esse Rio Passar?” e encerrou um jejum de títulos que durava desde 1984. Até hoje, essa permanece como a conquista mais recente da agremiação.

Reformulação para 2027

Além da definição do enredo, a Portela iniciou uma ampla reformulação em diversos setores para o Carnaval de 2027. A contratação de Paulo Barros foi apenas uma das mudanças anunciadas pela diretoria.

O cantor Bruno Ribas retorna à escola após 21 anos para assumir o posto de intérprete oficial. Na comissão de frente, Sérgio Lobatto e Patrícia Salgado passam a comandar o quesito. Já a direção de Carnaval será formada por Dudu Falcão, Elisa Fernandes e Camarão Netto.

Na harmonia, Marcelo Jacob, Almir Souza e Vitor Leite foram promovidos à direção geral do segmento. O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira segue formado por Marlon Lamar e Squel Jorgea, enquanto Mestre Vitinho permanece à frente da bateria Tabajara do Samba.

Com um enredo que reverencia um de seus maiores símbolos e uma equipe reformulada para o próximo ciclo carnavalesco, a Portela inicia a caminhada rumo ao Carnaval de 2027 apostando na união entre tradição e renovação para voltar a disputar o título do Grupo Especial.

Por: Vitor Fonseca – Estudante de Jornalismo
Foto destaque: Marcelo Theobald/O Globo

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Saúde bucal infantil: CLESAM oferece atendimento de Odontopediatria em Bonsucesso e Campo Grande https://portalfonte.com/saude-bucal-infantil-clesam-oferece-atendimento-de-odontopediatriaem-bonsucesso-e-campo-grande/ https://portalfonte.com/saude-bucal-infantil-clesam-oferece-atendimento-de-odontopediatriaem-bonsucesso-e-campo-grande/#respond Tue, 23 Jun 2026 18:31:19 +0000 https://portalfonte.com/?p=2298 Por Gabriele Mendes – Estudante de Jornalismo A Clínica-Escola Amarina Motta (CLESAM) é um centro de saúde com mais de 30 anos de história dedicados a oferecer serviços de qualidade à comunidade. Em funcionamento nas unidades de Bonsucesso e Campo Grande, a clínica é referência por seus estágios supervisionados e projetos de extensão da Unisuam. […]

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Por Gabriele Mendes – Estudante de Jornalismo

A Clínica-Escola Amarina Motta (CLESAM) é um centro de saúde com mais de 30 anos de história dedicados a oferecer serviços de qualidade à comunidade. Em funcionamento nas unidades de Bonsucesso e Campo Grande, a clínica é referência por seus estágios supervisionados e projetos de extensão da Unisuam. Sabendo da importância dos primeiros cuidados com a saúde bucal infantil, a CLESAM também oferece o serviço especializado de Odontopediatria com valores sociais.

Preparação acadêmica e atendimento lúdico

Os pacientes são atendidos por graduandos que já estão na fase final do curso de Odontologia, que passam por uma preparação intensa antes de terem contato com
as crianças. O atendimento infantil na CLESAM possui cuidados e técnicas específicas, gerando conforto e confiança dos pequenos e amenizando aquele sentimento de medo comum ao visitar o consultório pela primeira vez. Para explicar como funciona, a professora e especialista em Odontopediatria da Unisuam, Camila Amorim, destaca:

“Os alunos têm um conteúdo teórico antes de iniciar as clínicas, com exposições dialogadas e discussão de casos clínicos. Durante os atendimentos, os alunos preparam a clínica com temas lúdicos e são supervisionados o tempo todo pelos professores, que vão direcionando o atendimento, estimulando a autonomia e o senso crítico para as tomadas de decisão ao longo dos atendimentos.”

Como funciona a primeira consulta?

O foco inicial é na higienização e em uma entrevista detalhada com o responsável, trabalhando na adaptação da criança ao ambiente odontológico e na descoberta do diagnóstico. A doutora explica:


“No primeiro atendimento é feita uma entrevista com o responsável, que a gente chama de anamnese. Nela são feitas várias perguntas em relação à saúde geral da criança, hábitos de higiene e alimentação, a fim de esclarecer possíveis causas da principal doença que tratamos, a cárie, além de levantar um histórico de traumatismos dentários, outras complicações bucais e atendimentos prévios já recebidos.”


Após essa conversa inicial com os pais, é realizado o exame clínico de
forma leve. “Também é feita a limpeza dos dentes, chamada de profilaxia, a fim de deixar todos os dentes limpos para possibilitar que o exame clínico seja feito da melhor forma e aproveitar para adaptar o comportamento da criança ao atendimento.”

Quem pode ser atendido?

A clínica de Odontopediatria possui critérios para que o atendimento seja feito de forma segura e correta pelos graduandos. A professora Camila explica quais são: “Nossa clínica de Odontopediatria recebe crianças a partir dos 6 anos de idade. Crianças menores ou com problemas de comportamento são encaminhadas para clínicas de especialização, que possuem melhor estrutura para este atendimento.” Para agendar uma consulta, é necessário o preenchimento de um formulário com os seus dados. Após isso, a secretaria entrará em contato para novas orientações.

A CLESAM também oferece atendimentos em outras especialidades para o público adulto, como: Enfermagem, Fisioterapia, Nutrição, Psicologia e outros. Priorize o seu bem estar, verifique o melhor dia de acordo com a sua disponibilidade e visite a unidade mais perto da sua localidade.


Unidade Bonsucesso: Rua Dona Isabel, n° 94 | contato: (21) 98302-6769
Unidade Campo Grande: Avenida Cesário de Melo, n° 2541 | contato: (21)
99605-9917

Imagem destaque: Reprodução Instagram/Meta @clesamunisuam

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O clubismo venceu a Pátria: é evidente que preferimos nossos clubes em vez da Seleção Brasileira https://portalfonte.com/o-clubismo-venceu-a-patria-e-evidente-que-preferimos-nossos-clubes-em-vez-da-selecao-brasileira/ https://portalfonte.com/o-clubismo-venceu-a-patria-e-evidente-que-preferimos-nossos-clubes-em-vez-da-selecao-brasileira/#comments Wed, 20 May 2026 15:15:00 +0000 https://portalfonte.com/?p=1177 Por Gabriel Barros – Estudante de Publicidade e Propaganda O futebol brasileiro vive uma crise emocional. Enquanto os estádios nacionais registram recordes históricos de ocupação por torcedores de clubes, a Seleção Brasileira enfrenta um esfriamento em sua base de apoio. A tradicional camisa amarela, antes um símbolo de união inquestionável que parava o país, hoje […]

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Por Gabriel Barros – Estudante de Publicidade e Propaganda

O futebol brasileiro vive uma crise emocional. Enquanto os estádios nacionais registram recordes históricos de ocupação por torcedores de clubes, a Seleção Brasileira enfrenta um esfriamento em sua base de apoio. A tradicional camisa amarela, antes um símbolo de união inquestionável que parava o país, hoje divide espaço com um público apático e desacreditado.

O principal culpado dessa desconexão não é apenas a falta de títulos recentes, mas um fenômeno cultural profundo: o clubismo. O “lado torcedor” se tornou um filtro pesado pelo qual enxergamos a Seleção, e essa lente afeta diretamente a nossa paixão nacional.

A influência do clubismo na Seleção

No Brasil, vivemos a rotina do nosso time diariamente no trabalho, com os amigos e nas redes sociais. A Seleção, por outro lado, é um evento sazonal, quando um jogador de um time rival veste a camisa, o torcedor comum enfrenta um conflito interno: É psicologicamente difícil para um palmeirense vibrar com um gol de um ídolo do Corinthians; ou para um rubro-negro torcer pelo sucesso de um destaque do Vasco, mesmo que ambos estejam defendendo a mesma bandeira.

Torcedores não conseguem vibrar por jogadores de times rivais dentro de campo e Rayan (ex-Vasco), pode ser um desses exemplos para essa copa / Foto: Rafael Ribeiro – CBF

Esse atrito invisível faz com que o torcedor passe a torcer contra sua própria Seleção, fragmentando o apoio e transformando os jogos do Brasil em uma extensão das rivalidades regionais.

Os números que evidenciam o abismo

A desconexão não é apenas um sentimento; ela se reflete nos dados e na estrutura do futebol moderno, que afastou o torcedor local de sua própria seleção.

  • O distanciamento geográfico: Entre os ciclos de Copa, a Seleção Brasileira realiza a maioria de seus amistosos na Europa, nos Estados Unidos ou no Oriente Médio. Isso faz com que o torcedor brasileiro consuma sua Seleção quase que exclusivamente pela televisão;
  • O contraste atual: Enquanto a Seleção sofre críticas, o Campeonato Brasileiro de 2023 registrou a maior média de público da história da competição (mais de 26.500 torcedores por jogo). Isso prova que o brasileiro não deixou de amar o futebol; apenas transferiu seu apoio emocional 100% para os clubes.

A perda da tolerância com o futebol moderno e a reconstrução da paixão

Outro fator crucial alimentado pelo clubismo é a falta de paciência. Quando um jogador do nosso clube comete um erro, a tendência é o acolhimento ou uma crítica construtiva. Na Seleção Brasileira, o erro de um jogador que atua na Europa e que não possui vínculos com a torcida local é imperdoável.

Para que a camisa amarela volte a pulsar no mesmo ritmo dos corações clubistas, é necessário que a gestão do futebol repense suas prioridades. Aproximar a Seleção do seu território, valorizar os talentos locais e promover jogos em diferentes regiões do país são passos urgentes para reconquistar a identidade que tem 5 estrelas no peito.

Se esse abismo não for tratado, o cenário de distanciamento se tornará irreversível. Até lá, as tradicionais ruas não serão mais pintadas, e o povo brasileiro vai, aos poucos, esquecer-se de separar aquele um mês a cada quatro anos em que todos torceram juntos.

Foto destaque: Rafael Ribeiro – CBF

Leia também: Shopping Nova América abre espaços para troca de figurinhas da Copa do Mundo 2026

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Proposta torna crime gerar imagens íntimas falsas com inteligência artificial https://portalfonte.com/proposta-torna-crime-gerar-imagens-intimas-falsas-com-inteligencia-artificial/ https://portalfonte.com/proposta-torna-crime-gerar-imagens-intimas-falsas-com-inteligencia-artificial/#respond Fri, 17 Apr 2026 19:51:32 +0000 https://portalfonte.com/?p=733 Proposta estabelece penas mais duras e agravantes para crimes cometidos com “deepnude”, sobretudo contra mulheres. Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados pretende criminalizar a produção, manipulação ou divulgação de conteúdos falsos de nudez ou atos sexuais gerados por inteligência artificial, prática conhecida como “deepnude”. A apuração é da Agência Câmara de […]

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Proposta estabelece penas mais duras e agravantes para crimes cometidos com “deepnude”, sobretudo contra mulheres.

Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados pretende criminalizar a produção, manipulação ou divulgação de conteúdos falsos de nudez ou atos sexuais gerados por inteligência artificial, prática conhecida como “deepnude”. A apuração é da Agência Câmara de Notícias.

A proposta, o PL 3821/24, prevê pena de reclusão de dois a seis anos, além de multa, para quem criar ou compartilhar esse tipo de material com o objetivo de constranger, intimidar ou humilhar a vítima. O texto altera o Código Penal e estabelece que a punição pode ser aumentada em determinadas situações, como quando a vítima for mulher ou quando houver disseminação em massa por redes sociais e plataformas digitais.

Segundo a autora do projeto, a deputada Amanda Gentil (PP-MA), o uso dessa tecnologia tem sido associado a práticas abusivas. “Nos últimos anos, a tecnologia […] tem sido utilizada de forma criminosa, visando expor, difamar e humilhar suas vítimas”, afirmou a parlamentar, conforme a Agência Câmara.

A proposta também estabelece circunstâncias que podem elevar a punição. / Foto: Freepik

Ainda de acordo com a deputada, esse tipo de conteúdo simula situações íntimas sem consentimento, o que pode causar danos psicológicos e morais significativos. Ela destacou que a prática representa violação da privacidade, da honra e da dignidade das pessoas afetadas.

O projeto também trata do uso desse tipo de manipulação em contextos eleitorais. A proposta inclui na legislação punições para quem produzir ou divulgar imagens falsas de cunho sexual envolvendo candidatos com o objetivo de influenciar o resultado das eleições. Nesses casos, além de pena de prisão e multa, candidatos envolvidos podem ter o registro ou diploma cassado, dependendo do grau de participação.

A tramitação prevê análise pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher e de Constituição e Justiça. Como o texto tramita em regime de urgência, pode seguir diretamente para votação no plenário. Para se tornar lei, ainda precisará da aprovação da Câmara e do Senado.

Agravantes

A proposta estabelece circunstâncias que podem elevar a punição. Quando a vítima for mulher, a pena poderá ser ampliada entre um terço e a metade. Já nos casos em que o crime ocorrer com ampla divulgação, especialmente por meio de redes sociais ou plataformas digitais, o aumento pode variar de um terço até o dobro.

O texto também determina que esse tipo de crime será processado por meio de ação penal pública incondicionada. Na prática, isso significa que a responsabilização pode ser iniciada independentemente de manifestação da vítima, com base em denúncia formal.

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